Há um ano
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Que a palavra parede não seja símbolo
de obstáculos à liberdade
nem de desejos reprimidos
nem de proibições na infância,
etc. (essas coisas que acham os
reveladores de arcanos mentais)
Não.
Parede que me seduz é de tijolo, adobe
preposto ao abdomen de uma casa.
Eu tenho um gosto rasteiro de
ir por reentrâncias
baixar em rachaduras de paredes
por frinchas, por gretas - com lascívia de hera.
Sobre o tijolo ser um lábio cego.
Tal um verme que iluminasse.
Manuel de Barros.
10 comentários:
Ai ai...
Belo, suave e elegante.
Só isso a dizer do seu texto, Piquena. ♥
Belo desenvolvimento, e final surpreendentemente lindo! =D
Seguindo a partir de agora... ^^
Ah gente! Quanta gentileza! Sejam bem vindos! Obrigada!
Pois...
Há erros que sabem bem!
saudações poéticas
Vieira,
desconfio que só os erros compreendem toda a verdade sobre nós!
Obrigada pela visita!
Que lindo, Nathalia!
Muito lindo esse post.
beijo em teu coração
Beth! Obrigada!
Saiba que sigo sendo grande admiradora da tua poesia e sensibilidade!
Beijos!
se erro dá música, que erres mais. bonito paca, isso.
Obrigada, Zema! Fiquei feliz por sua visita!
Beijos!
Oiê,vim visitar e gostei.Como do seu texto e de udo.Te sigo agora,já e sem pensar.
Felicidades no seu caminhar.
Bjos.
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